segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Reflexão sobre avalição: método ultrapassado de avalição escolar.

Chamou-me muita a atenção as reflexões de duas colegas de turma da pós graduação em um debate sobre AVALIAÇÂO.
A primeira chama-se Wanda ela expõe o seguinte pensamente sobre esse assunto: - “A avaliação faz parte do processo ensino-aprendizagem, mas deve ser vista como um meio e não fim... Seria uma espécie de diagnóstico do ensino. Mas deve ser pensada em outros moldes, que não seja a simples reprodução do conteúdo aprendido nas aulas, como ainda acontece em nos sistema educacionais.”

A segundo chama-se Quezia quando ela diz que: “- O momento de avaliação não é único, deve acontecer diariamente e em diversas situações. Deve ser visto como um momento onde todo o trabalho desenvolvido é analisado e adequado para que se obtenham melhores resultados em situações futuras.

Concordo plenamente com os pensamentos e abordagem das colegas de turma.
“Acho que esse sistema tem que ser realmente modificado já que estamos na era das “descobertas”, digo isso, pois a informática entre outros conhecimentos estão invadindo as salas de aulas e a educação não está acompanhando essa grande evolução, se prestando “ainda” ao papel de avaliar a pessoa por provas.
Quem pode garantir se aquele aluno ou profissional tem realmente capacidade para tal evento?
Uma prova escrita não pode tirar uma vaga de uma caditado ou ate mesmo dizer se o aluno tem realmente capacidade ou não de passar de série.
Ler, gravar e escrever é praticamente mecânico.
A aprendizagem de um aluno “pode” e vai muito mais além do que ser avaliado somente por provas escritas seja ela dissertativa ou discursiva para se obter uma avaliação de sua capacidade.
Não discordo que a prova seja errado não! Eu só acho e acredito que para uma avaliação descente deveria ser feita uma super avaliação onde só a prova não contaria pontos mais sim um todo (trabalhos, capacidade física, mental, intelectual, testes, participação, interesse do aluno, entre outros tipos de projetos políticos pedagógicos).
Em busca dessa reflexão construtiva VIEIRA PINTO, 2000 diz que:
“... faz-se necessário resgatar a noção de consciência, que tem como conceito a representação mental da realidade exterior, do objeto, do mundo, e a representação mental de si, do sujeito, a autoconsciência. Não devemos tratar o educando como puro "objeto" da educação. E a atitude ingênua mais freqüente: supor que cabe ao educador formar, plasmar o aluno (como se costuma dizer), conceben­do-o como massa a moda à qual compete dar a forma viva, o saber. E por isso não reconhecem nele a dignidade de sujeito, de consciência autônoma (para si), que só pode ser educada, instruída, em um diálogo esclarecedor e não em uma imposição de idéias, procedimento que parte do supos­to de direito de domínio de uma consciência sobre outra.”
Com base no que foi exposto acima vale apena repensar os métodos de uma avaliação, já que estamos em pleno século XXI.